A sócia da G2A Consultores avalia o que o crescimento da GD significa para redes de distribuição, tarifas e novos modelos de negócio.
O que você precisa saber
- A geração distribuída deixou de ser nicho e passou a ser componente estrutural da matriz elétrica brasileira.
- O novo patamar exige atenção à qualidade técnica das conexões, à previsibilidade das regras de compensação e à repartição de custos de rede.
- Abre espaço para modelos de negócio como assinatura, locação de usinas e gestão de portfólio.
A geração distribuída deixou de ser um nicho e passou a ser um componente estrutural da matriz brasileira, com impacto direto sobre a operação das redes de distribuição e sobre a formação das tarifas.
Esse novo patamar exige atenção a três frentes: a qualidade técnica das conexões, a previsibilidade das regras de compensação e a repartição de custos de rede entre consumidores com e sem geração própria.
Para empresas do setor, o cenário abre espaço para modelos de negócio baseados em assinatura, locação de usinas e serviços de gestão de portfólio — todos sensíveis ao detalhe regulatório.